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Um Jornalista Com Um Novo Ideal De Jornalismo.

Espaço Marun: Rock de primeira, casinha de quinta

O Trilhas da Cultura Carioca vem fazendo a cobertura de um dos eventos que promete ser uma referência no cenário do Rio, o Rock de Quinta.

É uma pena que a direção do Espaço Marun, representada pelo Sr. André Marun, não acompanhe a evolução dos clientes que alugam a casa.

Indo na direção contrária da cordialidade dos organizadores de eventos que acontecem no recinto, como o Rock de Quinta, a Festa Ploc, entre outros, o Espaço Marun faz questão de tratar mal – sempre que pode – ou com indiferença o seu público.

Na cobertura da última edição do Rock de Quinta (22), antes da chegada do produtor do evento, nossa equipe foi tratada com toda a arrogância, falta de educação e truculência tanto por parte do segurança da casa, quanto do dono da mesma, o Sr. André Marun.

Infelizmente esse comportamento é bastante comum em pequenos burgueses. Uma arrogância e prepotência de quem tem um espaço e só se preocupa com o lucro imediato combinado com seu contratante.

Esses são negócios que, em regra, não prosperam. A casa vai perdendo as boas referências e a tendência dos bons eventos é cada vez menos estarem presententes nela.

Faça o teste. Vá ao Espaço Marun e tente sair. Você experimentará o supra-sumo da falta de educação e cortesia, de seguranças que pensam que podem dar ordens a você, a mando – e com o respaldo – da direção da casa, que pensa igualmente pequeno.

O medo é que você và à rua e compre uma cerveja por um terço ou um quarto do preço exorbitante que o Sr. André Marun vende – pessoalmente – na casa. Preços altos, desconforto para sair e voltar, maus tratos. São as regras de um comércio paranóico, sem capacidade competitiva e fadado ao fracasso. São os artifícios de quem não plantou, mas verdadeiramente herdou uma árvore. Árvore que, no entanto, não dará mais do que os frutos habituais, nem vai crecer além do que já está.

Quanto à falta de tato e aos maus tratos com o público e com a imprensa, não se deve atribuir à ignorância. Ignorante é aquele que verdadeiramente não conhece, não tem informação. Não é questão de escolha. Escolhas como essas são regidas (para bem ou para mal) pelo caráter e pela inteligência de quem está no comando.

O Trilhas da Cultura Carioca não vai deixar de cobrir os eventos na referida casa, mas tem esperanças de que haja mudança de atitude – ainda que só de fachada – pela parte da direção do Espaço Marun.

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2011 em Crítica

 

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Feirão do Imposto marca presença no centro do Rio


Foi realizado na última sexta-feira (16/09) o “Feirão do Imposto”, que ocorreu no Largo da Carioca, no Centro do Rio. A iniciativa tem como finalidade conscientizar as pessoas do quanto elas pagam de imposto cada vez que compram um produto, adquirem um serviço, ou tem relação com qualquer outra atividade remunerada.

“Estamos colhendo assinaturas porque a Lei 1472, que foi uma lei aprovada no Senado, está na câmara tramitando e obrigaria as empresas, na nota fiscal, a discriminar o quanto de imposto tem ali. É uma forma das pessoas saberem, toda vez que elas estão pagando alguma coisa, o quanto há de imposto ali” – esclarece Paulo Siqueira, Coordenador do Feirão do Imposto no Rio.

Paulo afirmou existirem algumas lojas que já realizam esta prática – de exibir as tributações nos produtos – mas reitera que as mesmas não são obrigadas a fazer isto até o presente momento. Na tenda montada na ocasião, havia diversos produtos exibindo seus preços generalizados como alimentação, eletrônicos, limpeza, entre outros, com suas respectivas tributações, todos baseados na média de preço atual praticados no mercado.

“A lei está na câmara federal, numa subcomissão, para que os deputados aprovem. As assinaturas são uma forma de pressionar os deputados que assinem esta lei e que se torne uma prática nacional.” – conclui o coordenador.

Neste sábado (17/09) ocorre o mesmo evento em outros estados do Brasil.

Quem compareceu ao evento sentiu a importância da causa. “A gente não tem consciência no dia-a-dia do que a gente consome, então é algo esclarecedor. É uma coisa que vale a pena, pra gente ter a ciência das coisas” – avalia a jornalista Caroline Campos, de 22 anos.

“Acho super-importante, para saber o quanto gastamos em cima de um preço que nós não sabemos e não temos noção” afirma a auxiliar administrativa Amanda Botelho, de 19 anos.

Se você também apóia esta ideia, não pôde comparecer e quer se informar deixando o seu abaixo-assinado, basta clicar no site do Feirão do Imposto. Nele, você encontra uma tabela completa de produtos com suas tributações e outras informações. No Impostômetro, você encontra um acompanhamento dos “milhões” gastos por mês, dia, hora, minuto e segundo, considerando os valores arrecadados pelas três esferas de governo a título de tributos como impostos, taxas e contribuições, incluindo as multas, juros e correção monetária.

Por Jorge Nunes Chagas*

* Jorge Nunes Chagas é jornalista e gentilmente cedeu sua matéria ao Trilhas da Cultura Carioca, como colaborador do site. Matéria publicada originalmente em http://nunesoundtracknology.tumblr.com/post/10336838551/feirao-do-imposto-marca-presenca-no-centro-do-rio

 
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Publicado por em 19 de setembro de 2011 em Factuais

 

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11 de Setembro: o que não convém à Globo mostrar

Uma tragédia anunciada. Não estou falando do “atentato às Torres Gêmeas”, há dez anos. Me refiro à cobertura do Fantástico, da Rede Globo de Televisão.

Assistindo a televisão aberta, lendo jornais como O GLOBO, EXTRA, O DIA, Folha de São Paulo e revistas a lá Editora Abril, como a Veja, o prezado leitor conseguirá somente maior quantidade de detalhes do mais do mesmo da cobertura unilateral dos grandes veículos de comunicação.

O Trilhas da Cultura Carioca presenteia seus leitores com um documentário feito em 2007 sobre a tragédia que já está disputando com Hiroshima e Nagasaki o posto de maior “atentado” da história.

O autor do documentário utiliza as próprias informações da mídia como ponto de partida. Assista e tire suas próprias conclusões sobre a Al-Qaeda e o “pobre governo” americano.

Nota do Editor: O documentário vale cada minuto de atenção a ele dispensada.

Parte 1:

Parte 2:

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Parte 6

Parte 7

Parte 8

Gostou do documentário? Segue o link para download do documentário completo (legenda embutida): http://www.megaupload.com/?d=Z4VDAVBL

 
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Publicado por em 12 de setembro de 2011 em Crítica

 

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Matéria televisiva do Rock de Quinta

O Trilhas da Cultura Carioca, além da cobertura fotográfica e escrita do Rock de Quinta, produziu uma matéria televisiva veiculada no nosso canal no youtube (http://www.youtube.com/user/TCCJornalismo).

Antes de começar a matéria, vídeo possui 10 segundos de silêncio. É o tempo necessário para você chamar seus amigos para assistir!

Gostou da matéria e quer sugerir uma cobertura do seu evento?

Escreva para gente através da nossa página de Contato.

 
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Publicado por em 9 de setembro de 2011 em Música Independente

 

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Invasão “brochante” do Rock

Pedimos desculpas. A matéria que o Trilhas da Cultura Carioca publicou em 16 de Agosto de 2011, sob o título de A nova cara do rock carioca: Invasão Underground, foi imensamente infeliz.

Lemos a proposta do referido festival, conversamos com representantes de bandas que iriam participar do evento e buscamos conhecer a credibilidade de seus produtores antes de recomendarmos a proposta em nossa editoria Agenda Cultural. Infelizmente, como jornalistas, não temos a capacidade de prever o futuro e o que ocorreu – de fato – foi um “espetáculo”.

A Invasão Underground, produzido por Marcelo Freitas, que aconteceu hoje, em Cavalcânti, no Galpão do Rock, foi um espetáculo mercenário de desrespeito, descaso e falta de profissionalismo com todas as bandas que participaram do evento e com seus convidados.

O produtor Marcelo Freitas

O produtor do Invasão do Rock, Marcelo Freitas, em foto retirada de seu Facebook.

A qualidade do equipamento de som estava precária. Amplificadores com mal contato, quebrados, recauchutados e em estado irregular fizeram um par perfeito e brilhante com uma bateria que – literalmente – caía aos pedaços no decorrer das apresentações. Tudo isso regado a uma incrível microfonia e falta de potência dos projetores de voz, que tornava incompreensível qualquer tentativa de comunicação – por parte dos cantores – usando a língua portuguesa (ou qualquer outra).

Para completar a falta de respeito com os músicos, Marcelo Freitas, produtor do evento, achou por bem deixar uma televisão ligada – com som – durante a apresentação das bandas. Simplesmente um “Vasco X Flamengo“, que roubava a atenção para a televisão da maior parte do pequeníssimo público que lá estava.

Para se ter noção do naipe do evento, duas bandas preferiram não se apresentar a passar pela intrépida experiência.

Parecia inacredtiável. Mas inacreditável mesmo é que as onze bandas, incluindo as desistentes, que estavam inscritas no festival tenham pago R$ 120,00 para estar lá. “Macaco velho” que é, o produtor exigia o pagamento antecipadamente à apresentação de cada banda. Infelizmente esta é uma prática bastante comum em pseudo-produtores de evento no cenário carioca. É o famoso esquema “pagar para tocar”, muito conhecido no meio underground.

A fórmula do “esquema” é simples. Primeiro, aluga-se uma garagem, um galpão, ou algum recinto subutilizado, onde poderia acontecer qualquer coisa, menos um espetáculo musical. Usando o velho papo de “essa é uma grande oportunidade de mostrar o seu trabalho“, o produtor do evento mexe com o sonho das bandas, gerando uma expectativa irrealizável.

Daí surge a grande proposta: “Te dou 30 ingressos, você vende por quanto quiser e me retorna somente R$ 120,00″. Parece fáfil, mas é difícil. Uma banda iniciante não tem um público de 30 pessoas. Na verdade, geralmente, não tem público nenhum. E não torça o seu nariz achando que é exagero. Os produtores desse “esquema” sabem muito bem disso.Todo o esquema ocorre à luz de um contrato mal redigido que precisa ser assinado antecipadamente pelo representante de cada banda, para intimidar os participantes a não poderem desistir do evento. Ou seja, mesmo que a banda não se apresente, o dinheiro tem que ser entregue ao produtor.

É um esquema e tanto. O “produtor” se lixa para a divulgação do “evento”, que fica a cargo das bandas. Estas, por sua vez, ficam obrigadas a fazer o papel de marqueteiros do evento, visando vender algum ingresso e minimizar seu prejuízo. Elas não vendem. Quando vendem é para pais, mães, namorados, namoradas e afins, com a súplica: “dá uma moral pra gente lá”. Se não for ninguém, o produtor ainda sai com R$ 1.320,00 no bolso, “livre de impostos”.

Quando digo “livre de impostos”, digo que o dinheiro é entregue em espécie e não há qualquer recibo de pagamento, embora haja contrato de compromisso. Apesar de trazermos essas informações, que servem somente para contextualizar o leitor, o Trilhas da Cultura Carioca não está afirmando que o “produtor” Marcelo Freitas não declara sua renda (sem recibos ou comprovantes) à Receita Federal, nem que não desconta o INSS relativo ao pagamento de possíveis funcionários, bem porque estas seriam práicas fraudulentas com sanções previstas no Código Penal e no Código Tributário Nacional.

Após a entrevista com um participante do envento que pediu para não ser identificado, o Trilhas da Cultura Carioca deixa a dica: antes de assinar qualquer contrato, certifique-se de que ele contenha – discriminadamente – todo o equipamento que a produção do evento usará, bem como traga dispositivos que justifiquem a não execução da banda – sem qualquer multa – em caso de quebra de contrato por parte do produtor.

Temos como premissa tratar com muito respeito nossos frequentadores e, novamente, o Trilhas da Cultura Carioca pede desculpas aos seus leitores por indicar o Invasão do Rock, um evento de tão baixa qualidade técnica e ética.

 
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Publicado por em 28 de agosto de 2011 em Crítica

 

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Rock de Quinta no Catete

Estréia nesta quinta-feira, dia 25 de agosto, o Rock de Quinta.O evento vai trazer mensalmente, às quintas-feiras, cinco das melhores bandas independentes de rock do cenário carioca.

Das iniciantes às mais consagradas bandas do underground da cidade, o projeto traz à tona todo talento e diversidade e escondida no cenário alternativo independente do Rio de Janeiro.

A primeira edição do Rock de Quinta vai apresentar as bandas: Pálida Nuance, Montezuma, Milhouse, Outprofile e Topics Apart.

Rock de QuintaA noite ainda conta com a apresentação mais do que especial do Rapper Marcelo Saú, um dos maiores representantes cariocas de Rap da atualidade.

O Rock de Quinta mostra que você ainda tem escolha. O que a mídia oferece é muito pouco, muito restrito. Não é possível que num mundo universalmente conectado como o nosso, você ainda se encontre limitado pelo que a TV e o rádio oferecem. De que tipo de música você realmente gosta? Como afirmar sem saber o que existe?

O Rock não nasceu na grande mídia e não é lá que estão os grandes talentos. Rompa seus preconceitos e atire-se na expreriência do Rock de Quinta. Participe dos movimentos de música independente e deixe que o acaso surpreenda você.

Sob a produção e direção de Lupa Brandão, um dos mais competentes produtores do cenário carioca, o Rock de Quinta estréia no Espaço Marum, uma das mais cocneituadas e seguras casas de show da zona sul do Rio.

O Rock de Quinta acontece na quinta-feira, dia 25 de agosto de 2011, às 19 horas, no Espaço Marum. O endereço é Rua do Catete, Nº 124, em frente à Estação de Metrô do Catete.

Os ingressos custam R$ 15,00 e dão direito a assistir a todo o evento.

Você também pode comprar antecipadamente o seu ingresso com desconto, por R$ 12,00, pelo e-mail: trilhasdaculturacarioca@gmail.com

De ônibus, linhas 170, 178, 180, 184, 401, 422, 434, 497, 498, 571, 572 e 2011.

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Precisa de um mapa?

Rock de Quinta

 
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Publicado por em 20 de agosto de 2011 em Agenda Cultural

 

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A nova cara do rock carioca: Invasão Underground

Galpão do RockDomingo, dia 28 de agosto de 2011, será inaugurado o Galpão do Rock, o novo point do rock em Cavalcânti. Um espaço alternativo, com mesas de sinuca, máquinas de fliperama, bar e, é claro, muito rock´n roll com bandas ao vivo.

O evento que abrirá as portas do Galpão do Rock será o Invasão Underground. Serão 10 bandas de rock independente do cenário carioca, além de uma banda cover convidada.

A importância deste tipo de evento é total. Com o advento do rádio e da televisão, o público fica condicionado a ouvir somente o que é oferecido pelos grandes meios de comunicação. Ficamos vendidos, obrigados a escolher um dos frutos da pequena cesta da mídia. Buscando a nova arte fora dos meios convencionais, como os eventos de bandas independentes, você tem a oportunidade de pegar o fruto diretamente da árvore.

Além das apresentações, haverá prêmio para a banda mais votada e farta distribuição de brindes para o público.

O Invasão Underground acontece no dia 28 de agosto de 2011, a partir das 15 horas, no Galpão do Rock. O endereço é Rua Dr. Enaldo dos Santos Araújo, Nº 1013, em frente à estação de trem de Cavalcânti. Para quem vai de ônibus, as linhas mais próximas são: 298, 311 (na porta do evento), 651, 652 e 908.

O ingresso custa R$ 12,00 e dá direito a assistir a todo o evento.

Comprando pelo site Trilhas da Cultura Carioca, o ingresso sai a R$ 10,00. O ingresso pode ser compradro pelo e-mail: trilhasdaculturacarioca@gmail.com e retirado na estação de Metrô do Flamengo ou Catete, com hora marcada.

Mais informações sobre o evento, com a produção do Invasão Underground: (21) 9373-0842 / (21) 9215-8879

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Precisa de um mapa para chegar ao Galpão do Rock?

Galpão do Rock

 
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Publicado por em 16 de agosto de 2011 em Agenda Cultural