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Último dia “2ª Semana de Comunicação Social”

Chega ao fim a 2ª Semana de Comunicação Social, no Centro de Estudos de Pessoal e Forte Duque de Caxias, no Leme.

O tema “Mídia e Profissional de Comunicação Rumo a 2030”, que foi abordado durante esses três dias por grandes palestrantes, encerrou nesta quinta-feira (29) trazendo como convidados Gilberto Leifert que é Diretor da Central Globo de Relações com o Mercado, o Presidente do CONAR,  Zeca Camargo (Jornalista e apresentador da  Rede Globo), Ricardo de Castro (Professor da FGV), Carlos Alberto Messeder (Professor da ESPM) e Gabriel Collares (Professor da UFRJ).

Gilberto Leifert falou sobre a Autodisciplina na Comunicação: liberdade com responsabilidade. Ressaltando a importância da autorregulamentação da publicidade e como funciona a autodisciplina da TV Globo. Gilberto também apresentou um vídeo sobre o CONAR (Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária).

Depois foi a vez de Zeca Camargo, o jornalista falou sobre as tendências da mídia brasileira e internacional rumo a 2030.

No final da Palestra Zeca Camargo foi cercado para sessão de fotos

Ricardo Castro (Professor da Fundação Getúlio Vargas)

Professor Carlos Alberto Messeder ( ESPM)

Gabriel Collares (Professor da UFRJ)

O evento foi encerrado pelos professores que falaram sobre as perspectivas e Desafios para o profissional de Comunicação Rumo a 2030.

 
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Publicado por em 29 de setembro de 2011 em Factuais

 

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Semana de Comunicação Social

Começou nesta terça-feira (27), no Forte do Leme, a segunda etapa da Semana de Comunicação Social que tem como tema ”Mídia e Profissional de Comunicação Rumo a 2030”. O evento, promovido Centro de Estudos de Pessoal e Forte Duque de Caxias (CEP / FDC) vai até quinta-feira (29).

Estiveram presentes no primeiro dia de palestra, os jornalistas da Rede Globo, Sidney Resende, que falou sobre tendências da mídia brasileira e internacional rumo a 2030 (Rádio e TV) e Alex Escobar, com o tema o Profissional de Comunicação do Século XXI (Jornalismo), O publicitário Lula Vieira, que abordou o tema: o Profissional de Comunicação do Século XXI (Publicidade). O chefe do Centro de Comunicação Social do Exercito, General Barcelos, também falou sobre o profissional Militar de Comunicação do Século XXI: competências e desafios até 2030.

Na quarta-feira (28) será a vez dos palestrantes Mauro Martinez, Gerente de Comunicação e Segurança de Informação da PETROBRAS que irá falar sobre a Estratégia de Comunicação para os Desafios de 2030 e Eraldo Carneiro, Gerente de Planejamento e Gestão da PETROBRAS, falando sobre o futuro da Comunicação na PETROBRAS. Haverá também a participação internacional de membros do Departamento de Informação do Pentágono (Public Information Officer of U.S. Army) abordando o tema Ao Futuro da Comunicação no U.S. Army.

O evento é gratuito e haverá emissão de certificado. Mais informações entre no site: http://www.ensino.eb.br/portal_v1/semana_comsoc/pag_programacao.htm

Maria de Andrade

 
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Publicado por em 28 de setembro de 2011 em Factuais

 

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Venda de RioCard Rock in Rio especial recomeça na terça-feira

Os cartões RioCard para os ônibus especiais de Primeira Classe voltam a ser vendidos nesta terça-feira (27), a partir das 9h, na Fundição Progresso, na Lapa, no Centro do Rio. O transporte deixa os passageiros a 250 metros da entrada da Cidade do Rock, na Zona Oeste. As vendas para os próximos quatro dias de shows ocorrerão até quarta-feira (28).

De acordo com a Fetranspor, nos três primeiros dias de shows os ônibus das linhas circulares que partiram do Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, transportaram 30 mil passageiros/dia. Já os ônibus especiais tiveram uma média de 20 mil passageiros/dia.

Para atender a todo esse público foram colocados à disposição 1.250 ônibus em cada dia. Mesmo assim, houve transtornos no primeiro dia do festival, na sexta-feira (23). Fãs enfrentaram superlotação e filas enormes para embarcar nos ônibus especiais.

Não perca tempo, compre já o seu!

 
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Publicado por em 27 de setembro de 2011 em Eventos

 

O Perú que Fala na contramão do senso

Dizem que ele está “gagá”, mas se esse bicho mordesse a todos talvez fôssemos mais autênticos, dando como desculpa a caduquice.

Foto: Folhetim Cultural

O Programa Silvio Santos, condicionado ao popularesco, não segue como exemplo de diferencial. Até porque a receita já é velha conhecida: pegadinhas, caravanas, jogos com artistas e aviõezinhos entopem o horário.

Porém este domingo (25) o apresentador protagonizou o incomum. Crítica à música da cantora Shakira: “Isso não é música. O que é isso, loca, loca?!

Até então seria mais umas das pérolas que ultimamente tem soltado, a exemplo de quando falou ao vivo que em sua plateia só havia canhão.

Mas então eis que pede uma “música de verdade” e toca uma composição de Vicente Celestino, da década de 30.

Por consecutivos minutos, O Ébrio, tocou inteira, com direito a mímicas e ordem para não interromper.

Ao final disse que a maioria deve ter trocado de canal. Mas sem se importar defende: “Isso sim é música!”

Fonte Google

Filme O Ébrio com Vicente Celestino de 1946

Pode ter sido apenas a percepção pessoal de uma jornalista, mas se não houve encantamento, no mínimo trouxe perplexidade.

Em horário nobre, competindo com Fantástico e Domingo Espetacular, o cara pára a programação e coloca uma música com uma parte falada de quase 3 minutos.

Talvez ver senhorinhas cantando toda a letra transpirando emoção, tenha remetido a uma outra época. Sem saudosismo barato, mas um tempo de mais poesia e qualidade nas composições.

O Ébrio

Recitativo – Falado : Nasci artista. Fui cantor. Ainda pequeno levaram-me para uma escola de canto. O meu nome, pouco a pouco, foi crescendo, crescendo, até chegar aos píncaros da glória. Durante a minha trajetória artística tive vários amores. Todas elas juravam-me amor eterno, mas acabavam fugindo com outros, deixando-me a saudade e a dor. Uma noite, quando eu cantava a Tosca, uma jovem da primeira fila atirou-me uma flor. Essa jovem veio a ser mais tarde a minha legítima esposa. Um dia, quando eu cantava A Força do Destino, ela fugiu com outro, deixando-me uma carta, e na carta um adeus. Não pude mais cantar. Mais tarde, lembrei-me que ela, contudo, me havia deixado um pedacinho de seu eu: a minha filha. Uma pequenina boneca de carne que eu tinha o dever de educar. Voltei novamente a cantar mas só por amor à minha filha. Eduquei-a, fez-se moça, bonita… E uma noite, quando eu cantava ainda mais uma vez A Força do Destino, Deus levou a minha filha para nunca mais voltar. Daí pra cá eu fui caindo, caindo, passando dos teatros de alta categoria para os de mais baixa. Até que acabei por levar uma vaia cantando em pleno picadeiro de um circo. Nunca mais fui nada. Nada, não! Hoje, porque bebo a fim de esquecer a minha desventura, chamam-me ébrio. Ébrio…

Tornei-me um ébrio e na bebida busco esquecer
Aquela ingrata que eu amava e que me abandonou.
Apedrejado pelas ruas vivo a sofrer.
Não tenho lar e nem parentes, tudo terminou…
Só nas tabernas é que encontro meu abrigo.
Cada colega de infortúnio é um grande amigo,
Que embora tenham, como eu, seus sofrimentos,
Me aconselham e aliviam o meu tormento.
Já fui feliz e recebido com nobreza. Até
Nadava em ouro e tinha alcova de cetim
E a cada passo um grande amigo que depunha fé,
E nos parentes… confiava, sim!
E hoje ao ver-me na miséria tudo vejo então:
O falso lar que amava e que a chorar deixei.
Cada parente, cada amigo, era um ladrão;
Me abandonaram e roubaram o que amei.
Falsos amigos, eu vos peço, imploro a chorar:
Quando eu morrer, à minha campa nenhuma inscrição.
Deixai que os vermes pouco a pouco venham terminar
Este ébrio triste e este triste coração.
Quero somente que na campa em que eu repousar
Os ébrios loucos como eu venham depositar
Os seus segredos ao meu derradeiro abrigo
E suas lágrimas de dor ao peito amigo.

Manoel de Nóbrega e Silvio Santos

* O apelido Perú foi colocado por Manoel de Nóbrega, pois quando Silvio falava ficava muito vermelho. Então ficou, “Caravana do Perú que Fala”, na Rádio Nacional.

* Assista ao vídeo.

 
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Publicado por em 27 de setembro de 2011 em Crítica

 

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Glória aos órfãos!!!

A constante busca é por amor e um lar!

De olhos cativantes e comportamento encantador, fica difícil não se solidarizar com o pedido mudo de carinho da Alice.

Tão silenciosa, a todo momento diz que ama. Dá saltos, senta aos pés, chega a fechar os olhos com qualquer afago.

Depois de muito vagar, foi abrigada e com algumas visitas, ganhou o coração e entrou de vez para a família de Daniela Gaspe, de 16 anos. 

Alice quase não late e demorou só 1 mês para aprender a fazer xixi no lugar certo

 

Contrariando as probabilidades, esse final foi feliz. Mas outros cães ainda aguardam.

Neste sábado (24), foi dia de “Adote um Focinho Carente”, evento organizado pela Sociedade União Internacional Protetora dos Animais (SUIPA), que acontece há dois anos aos sábados na Rua do Russel, Glória, em frente à antiga TV Manchete. Pacientes, esperaram das 9h às 15h, dentro de um cercadinho.

Os seis cães foram escolhidos por serem os mais sociáveis

 

Dentro das três tendas, acontecia ao mesmo tempo o bazarcão, onde estavam expostos livros, roupas, calçados, bijuterias, bolinhas para cachorro e produtos oficiais, como blusas, canetas e calendários. Vendidos com a finalidade de arrecadar recursos para associação que é sem fins lucrativos.

A presidente Izabel Cristina explicou ao Trilhas que para adotar um animal a pessoa deve estar munida de cópias de RG, CPF, comprovante de residência, ser maior de 18 anos e passar por entrevista. Diz que em muitos casos a adoção é negada quando não se encaixam no perfil. 

Na maioria das vezes as pessoas querem adotar um cão para agradar ao filho. E depois quando a criança crescer, será que vão cuidar? Ou quando querem gatos para caçar ratos ou apenas para cruzar.

A atendente Cristina de Souza esclarece que no ato da adoção é assinado um termo de responsabilidade, no caso de desistência, a devolução do animal será obrigatoriamente feita à instituição. Caso abandone na rua, o próprio será processado.

Atendente Cristina de Souza responsável pelo direcionamento à adoção

Mesmo vendo a superlotação do local, ainda assim pessoas abandonam seus animais. Mal sabem que alguns morrem em dois dias, ficam em depressão e rejeitam a comida. Imagina um cão acostumado com o dono, ter que dividir lugar com mais 3000 animais.

“Teve um homem que pegou um filhote em agosto do ano passado e, em agosto deste ano, o devolveu porque uma criança nasceu e não poderia ficar com o cão.”

Cristina explica que as causas mais comuns de abandono são doenças, velhice e mudança para outra moradia que não permite animais.

A maioria dos cães entregues ao abrigo são sem raça definida, os chamados vira-latas. Os de raça, quase sempre estão doentes. Como o Gabeira, um rottweiler que tem displasia.

Voluntários também marcaram presença como a odontopediatra Rosa Mary, conhecida por Jade, diz que o local do evento foi uma benção.

O pessoal da zona sul não vai à Benfica, onde é a sede. Nem eu vou, é muito cachorro, uma super população, uma tristeza .

 

Outro é um senhorzinho de 78 anos, François Armando, que conta sobre a cocker spaniel, Violeta Pupu, que adotou já adulta na SUIPA. “ Ela foi abandonada, chegou deprimida, demorou um mês para ficar uma cachorra extremamente sociável. Agora está internada, com a doença do carrapato, já está comigo há 10 anos.”

 

Da esq. para dir. de blusa azul Srª Jade e de blusa branca François Andrade

As contribuições chegam também pelos visitantes, como os quase 50 Kg de ração doados por um homem, além dos livros e medicamentos, entregues pela colaboradora Eliana Mello, esclarece que mesmo os remédios sendo de uso humano, são aproveitados para os animais.

Atendente Elma preenche o comprovante de doação de Eliana Mello

No fim do evento, todas as coisas foram recolhidas para serem transportadas de volta ao abrigo.  Inclusive os cães, embora estivessem castrados, vermifugados e super limpos, não tiveram a mesma sorte dos quatro gatos que foram adotados.

 

SUIPA – Endereço: Av. Dom Helder Câmaram Nº 1801, Benfica, Rio de Janeiro – Tel.: 3297 8777 – Site: www.suipa.org.br – e-mail: faleconosco@suipa.org.br

 Por Caroline Campos

* Em 04/10 , o trailler do Programa de Atendimento Veterinário Móvel (PAVEM) estará no Complexo do Alemão, na Rua Joaquim de Queiroz, na entrada do morro da Grota. Entre 9h e 12h conscientizará quanto ao não abandono e cuidados básicos, assim como cadastrar moradores interessados na esterilização de seus animais.

 
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Publicado por em 25 de setembro de 2011 em Eventos, Factuais

 

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Espaço Marun: Rock de primeira, casinha de quinta

O Trilhas da Cultura Carioca vem fazendo a cobertura de um dos eventos que promete ser uma referência no cenário do Rio, o Rock de Quinta.

É uma pena que a direção do Espaço Marun, representada pelo Sr. André Marun, não acompanhe a evolução dos clientes que alugam a casa.

Indo na direção contrária da cordialidade dos organizadores de eventos que acontecem no recinto, como o Rock de Quinta, a Festa Ploc, entre outros, o Espaço Marun faz questão de tratar mal – sempre que pode – ou com indiferença o seu público.

Na cobertura da última edição do Rock de Quinta (22), antes da chegada do produtor do evento, nossa equipe foi tratada com toda a arrogância, falta de educação e truculência tanto por parte do segurança da casa, quanto do dono da mesma, o Sr. André Marun.

Infelizmente esse comportamento é bastante comum em pequenos burgueses. Uma arrogância e prepotência de quem tem um espaço e só se preocupa com o lucro imediato combinado com seu contratante.

Esses são negócios que, em regra, não prosperam. A casa vai perdendo as boas referências e a tendência dos bons eventos é cada vez menos estarem presententes nela.

Faça o teste. Vá ao Espaço Marun e tente sair. Você experimentará o supra-sumo da falta de educação e cortesia, de seguranças que pensam que podem dar ordens a você, a mando – e com o respaldo – da direção da casa, que pensa igualmente pequeno.

O medo é que você và à rua e compre uma cerveja por um terço ou um quarto do preço exorbitante que o Sr. André Marun vende – pessoalmente – na casa. Preços altos, desconforto para sair e voltar, maus tratos. São as regras de um comércio paranóico, sem capacidade competitiva e fadado ao fracasso. São os artifícios de quem não plantou, mas verdadeiramente herdou uma árvore. Árvore que, no entanto, não dará mais do que os frutos habituais, nem vai crecer além do que já está.

Quanto à falta de tato e aos maus tratos com o público e com a imprensa, não se deve atribuir à ignorância. Ignorante é aquele que verdadeiramente não conhece, não tem informação. Não é questão de escolha. Escolhas como essas são regidas (para bem ou para mal) pelo caráter e pela inteligência de quem está no comando.

O Trilhas da Cultura Carioca não vai deixar de cobrir os eventos na referida casa, mas tem esperanças de que haja mudança de atitude – ainda que só de fachada – pela parte da direção do Espaço Marun.

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2011 em Crítica

 

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A invasão da Trampling no Rock

Com um pouco menos que um ano de formação, a banda Trampling fez o seu segundo show em sua carreira e seu primeiro no Rock de Quinta. A banda é formada por Fernando Lopes, Fabrício Balmant, Thiago Santos e Fernando Ganso.

Suas influências são diversas, mas com a essência do Hardcore e o Punk Rock, os componentes vão juntando os seus estilos para formarem a Trampling. Eles procuram se diferenciar das outras bandas fazendo um show completamente participativo, sem apenas chegarem para tocar e sim provocar uma grande interação com a platéia.

Mesmo com pouca experiência, a banda já tem músicas próprias e a música de trabalho do momento é Ordem imposta, que fala sobre o casamento. Em uma de suas músicas o vocalista e compositor Fernando Ganso fala da sua própria vida, das suas experiências nas casas de swing no passado. Mesmo sendo a música que a banda menos gosta é a que agrada mais ao publico.

Em seu repertório não pode falar a Música Noite, do Dead Fish e Boys Don´t Cry, do The Cure.

A banda encontra dificuldades na hora de achar lugares para tocar. “Essa é a dificuldade que toda banda que ta começando enfrenta, ou você toca no Circo Voador ou você toca no seu prédio…” declarou Fernando Ganso, vocalista da Trampling.

Para mais informações sobre a banda Trampling, basta adicioná-los no Facebook, que é Trampling HC.

 
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Publicado por em 24 de setembro de 2011 em Música Independente, Rock

 

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